Dois ‘Buzinaços’ contra o aumento do ICMS de produtos para a saúde foram realizados em São Paulo

Dois ‘Buzinaços’ contra o aumento do ICMS de produtos para a saúde foram realizados em São Paulo

Dois ‘Buzinaços’ contra o aumento do ICMS de produtos para a saúde foram realizados em São Paulo
  • A ABRAIDI teve associados participando dos ‘buzinaços’ organizados na avenida Paulista, em 11 e 20 de janeiro. Vários executivos e representantes de empresas do setor estiveram nas carreatas que contaram com mais de 100 carros e aproximadamente 200 pessoas, em cada uma delas. A ABRAIDI apoiou os movimentos legítimos de iniciativa dos empresários para sensibilizar a população. 

  • O primeiro ato, em protesto contra o aumento do ICMS pelo Governo do Estado que impacta no setor de saúde em meio à maior crise sanitária mundial dos últimos tempos, percorreu os dois lados da Avenida Paulista e terminou na Assembleia Legislativa, em frente ao Parque do Ibirapuera. O segundo teve trajeto semelhante.

    Desde o ano passado, a ABRAIDI tem buscado o diálogo com o Governo do Estado e parlamentares, junto com outras entidades do setor, para evitar o fim da isenção de ICMS acordada no âmbito do Confaz, pelo Convênio 01/99. “Conseguimos importantes vitórias como a manutenção da isenção em vendas diretas para o setor público e Santas Casas, mas é necessário ampliar para o segmento privado. Primeiro para não impactar em aumentos para a saúde durante a pandemia de Covid-19, segundo porque muitas vendas de produtos para o setor público e Santas Casas são feitos de forma indireta e esse reajuste impactará também nos pacientes atendidos pelo SUS”, destaca o diretor executivo Bruno Bezerra com os argumentos utilizados nas reuniões com integrantes do Governo do Estado e parlamentares.

    Bruno conta que o Governo do Estado, embora não tenha interrompido as negociações com as entidades, não respondeu à proposta feita pelo setor como alternativa ao fim da isenção garantida pelo Convênio 01/99. Com isso, as entidades não tiveram outra alternativa, no final de 2020 e foram também ao Judiciário. Os ‘buzinaços’ tiveram ampla repercussão na imprensa por meio das emissoras de rádio, TV, sites e jornais de São Paulo e até de outros estados.

Fonte: Assessoria de Imprensa DocPress

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