Sérgio Rocha defende pacto setorial em torno da Lei Geral de Proteção de Dados

Sérgio Rocha defende pacto setorial em torno da Lei Geral de Proteção de Dados

Sérgio Rocha defende pacto setorial em torno da Lei Geral de Proteção de Dados
  • “É imprescindível que todos os players participem da discussão para minimizar os impactos que a LGPD pode causar na saúde”, defendeu

    O presidente da ABRAIDI, Sérgio Rocha, participou do “Transformando pela Integridade”, realizado pelo Observatório Social do Brasil, o Instituto ARC – Auditoria, Riscos & Compliance e pela Escola Superior de Ética Corporativa Negócios & Inovação – ESENI, em 23 de setembro. O evento foi a junção do 4º Congresso Pacto pelo Brasil e do V Congresso Íntegra – Compliance Across Américas e foi transmitido pelo YouTube.

  • O encontro apresentou dois painéis, o primeiro “Compliance na área da Saúde”, com participação da gerente de Compliance do Hospital Albert Einstein e integrante do Conselho de Administração do Instituto Ética Saúde, Vanessa Torres, e da Head de GRC e Auditoria Interna da Unimed/Fesp, Cynthia Marinovic, debateu os desafios de implementar o compliance no setor.

    “Proteção de Dados na Saúde”, foi o tema do segundo painel , que teve mediação do sócio do Saavedra & Gottschefsky Advogados e presidente do Instituto ARC, Giovani Saavedra, e contou com a presença do presidente da ABRAIDI, Sérgio Rocha, e do presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde – SBIS, Luís Gustavo Kiatake.

    Os participantes discutiram sobre os benefícios e desvantagens da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e os impactos dela na saúde. Para o presidente da SBIS, a área da saúde é diferente de qualquer outra para tratar da informação. “Lidamos com dados sensíveis da cabeça aos pés e com utilidade por toda a vida. O primeiro ato de registro de nasicmento de um cidadão acontece no hospital, assim como a morte. A informação na saúde é criada, acessada e processada por inúmeras instituições e precisa circular por vários setores para o bem do próprio paciente”, explicou Kiatake. “Trazer para a lei esses desafios e ter clareza da forma que isso vai acontecer é fundamental, pois a informação é o combustivel para promover a saúde, não podemos ter medo de tê-la, mas é necessário ter um planejamento de como usá-la e o que fazer em caso de vazamento de dados”, concluiu o presidente da SBIS.

    O presidente da ABRAIDI lembrou que vários setores da indústria já estão à frente da saúde sobre essa discussão e que, apesar de parecer simples, quando se começa a discutir as ações, percebe-se a complexidade. “Os problemas que a Lei Geral de Proteção de Dados pode trazer são para todos os players da cadeia, incluindo os próprios pacientes. Dessa forma, não há como separar a conversa e cada empresa resolver o seu problema. Hoje, todas as informações da saúde são baseadas em informações dos pacientes, como será o dia a dia? Quantos aproveitadores usufruirão dessa lei com causas judiciais? Por isso é urgente que todos os elos estejam inseridos nesse debate para criar uma estrutura que regule essa situação. Convoco meus pares de outras entidades da saúde que comunguem com nossa ideia e nos ajudem com o lançamento de um pacto setorial para essa lei”, defendeu Rocha.

    Para conferir o debate na íntegra, acesse https://www.youtube.com/watch?v=QJYPnks6vo0&t=276s

Fonte: Assessoria de Imprensa DocPress

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